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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Autor: Manuel Ricardo Miranda
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 346
Editor: Oficina do Livro
ISBN: 9789895553822

Sinopse:
No século XVI, a cobiça e a luxúria europeia invadiam o continente africano. Portugueses, espanhóis e holandeses lutavam pela riqueza de África, traficando escravos para o Brasil.
Filha de um guerrilheiro opositor da presença europeia, a rainha Ginga cedo revela aptidão e desejo de comandar as tribos chefiadas pelo seu pai. Mulher culta, de rara beleza de espírito, Ginga torna-se a mulher mais poderosa de África.
Ginga, a Rainha de Angola é um intenso romance vivido no sertão africano onde lenda e realidade se confundem numa narrativa histórica sobre as relações entre Portugal e Angola, e sobretudo, sobre uma mulher indomável que enfrentou as grandes potencias para defender o seu o povo. Uma figura ímpar de Angola e inspiradora de gerações vindouras na defesa de ideias que pertencem a todos os tempos.


Opinião:
O livro chegou às minhas mãos através de um empréstimo pelo BookCrossing. Estava à espera de uma pequena lição de história mas escrita de forma romanceada, algo que não encontrei. Adoro ler romances históricos mas tem que ser isso mesmo, romances não livros de história com uma tentativa em vão de romance-á-lo.

A história centra-se em volta de Ginga, uma rainha de uma poderosa tribo africana que luta pelo bem do seu povo, contra a escravatura. Centra-se também em Tiago, um português que sonha chegar mais alto e ir para as fantásticas terras inexploradas de África.

Uma premissa que me despertara imenso a atenção, mas a escrita... Juro que tentei, comecei a ler o livro, tentei relê-lo passado um pouco intercalando com outros livros. Mas a escrita é como se fosse um relato e embora os sentimentos das personagens estejam escritos não os consigo sentir. Não conseguia sentir empatia com as personagens. Não conseguia sentir o seu medo e emoção. E por muito que tentasse não conseguia entrar na história.

Dessa forma acabei por desistir. Estava a ler praticamente por obrigação e não por gosto. E embora por vezes hajam livros que não engraço mas tenho curiosidade pelo fim, neste nem isso aconteceu. Não me despertou a atenção e a leitura estava a tornar-se uma obrigação demasiado chata. Um livro com uma boa premissa, mas com uma escrita que não é nada o meu género, o que visto que não costumo desistir de livros, é dizer muito.

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